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28 de setembro de 2007

QUANDO A CIÊNCIA IMITA A FICÇÃO


Uma solução que se aproxima muito de obras de sci-fi foi dada por cientistas para conter os efeitos causados pelo fenômeno do aquecimento global provocado, sobretudo, pela grande emissão de CO2 na atmosfera. Leiam a matéria baixo

FICO POR AQUI




A solução está no mar

27/09/2007

Agência FAPESP – Em correspondência publicada na edição desta quinta-feira (27/9) da revista Nature, o cientista e ambientalista James Lovelock propõe uma ação radical para estimular a capacidade de a Terra curar a si mesma, como um tratamento de emergência para o que chama de “patologia do aquecimento global”.

O texto foi publicado em co-autoria com Chris Rapley, do Museu de Ciência de Londres. Lovelock, da Universidade de Oxford, é o criador da hipótese de Gaia, sugerida para explicar o comportamento sistêmico do planeta Terra, encarado como um grande organismo.

Os dois propõem que sejam instalados nos oceanos tubos que, com o movimento das ondas, bombeariam para a superfície a água que está entre 100 metros e 200 metros de profundidade. Segundo eles, a mistura de águas ricas em nutrientes sob a termoclina – região onde há um decréscimo brusco de temperatura da água – com a água relativamente estéril da superfície estimularia o crescimento das algas.

“A água bombeada fertilizaria as algas na superfíce e estimularia seu desenvolvimento. Isso diminuiria o dióxido de carbono e produziria dimetil sulfito, o precursor dos núcleos que formam nuvens refletoras de luz solar”, diz o artigo.

Os canos teriam cerca de 10 metros de diâmetro, com uma válvula unilateral na parte de baixo, permitindo que o movimento das ondas produza o bombeamento.

De acordo com os cientistas, processos naturais que normalmente serviriam para regular o clima estão sendo levados a acirrar o aquecimento global. “É duvidoso que qualquer técnica, ou esquema social bem intencionado, de redução das emissões de carbono possa restaurar o status quo”, sugerem.

O radicalismo da proposta é justificado pelos cientistas pela emergência da situação. “Precisamos de uma cura fundamental para a patologia do aquecimento global. Esse tratamento de emergência poderia estimular a capacidade que o planeta tem de curar a si mesmo”, afirmam.

“Os oceanos, que cobrem mais de 70% da superfície terrestre, são um lugar promissor para buscar uma influência reguladora”, destacam. Os autores admitem que a estratégia pode falhar tanto em termos de engenharia como em termos econômicos. E o impacto na acidificação do oceano precisa ser levado em conta.

“Mas as apostas são tão altas que colocamos em prática o conceito geral de utilizar a própria energia do sistema terrestre para melhorá-lo. A remoção de 500 bilhões de toneladas de dióxido de carbono do ar por ação humana está além da nossa atual capacidade tecnológica. Se não podemos curar o planeta, talvez possamos ajudá-lo a se curar sozinho”, sugerem.

O artigo Helping the Earth to cure itself via the oceans, de James Lovelock e Chris Rapley, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.

26 de setembro de 2007

DEUS NÃO É APROVADO NA BANCA DE DOUTORADO




Essa recebi do Du, meu amigão, por e-mail e resolvi copartilhá-la.
Aproveitem
FICO POR AQUI
 
Por que Deus nunca chegará a ser professor
titular ou pesquisador do CNPqe da CAPES ?
1. Só tem uma publicação;
2. Esta publicação não foi escrita em inglês, e sim em hebraico
(mesmo que tenha sido traduzida para vários idiomas);
3. A referida publicação não contém referências bibliográficas;
4. Não tem publicações em revistas indexadas,
ou com comissão editorial, ou ainda com pareceristas;
5. Há quem duvide que sua publicação tenha sido
escrita por ele mesmo. Em um exame rápido, nota-se a mão de,
pelo menos, 11 colaboradores;
6. Talvez tenha criado o mundo. Mas o que tem feito, ou publicado,
desde então?
7. Dedicou pouco tempo ao trabalho (apenas 6 dias seguidos);
8. Poucos colaboradores Seus são conhecidos;
9. A comunidade científica tem muita dificuldade em reproduzir
Seus
resultados;
10. Seu principal colaborador caiu em desgraça ao desejar iniciar
uma linha de pesquisa própria;
11. Nunca pediu autorização aos Comitês de Ética para
trabalhar com seres humanos;
12. Quando os Seus resultados não foram satisfatórios,
afogou a população;
13. Se alguém não se comporta como havia predito,
elimina-o da amostra;
14. Dá poucas aulas e o aluno, para ser aprovado,
tem que ler apenas o Seu livro, caracterizando endogenia de idéias;
15. Segundo parece, Seu filho é que ministra Suas aulas;
16. Atua com nepotismo, fazendo com que tratem
Seu Filho como se fora Ele mesmo;
17. Ainda que Seu programa básico de curso tenha
apenas dez pontos básicos, a maior parte dos Seus
alunos é reprovada;
18. Além das Suas horas de orientação serem pouco freqüentes,
apenas atende Seus alunos no cume de uma montanha;
19. Expulsou os Seus dois primeiros orientandos por
aprenderem muito;
20. Não teve aulas e nem fez mestrado com PhDeuses;
21. Não defendeu teses de Doutorado ou Livre Docência;
22. Não se submeteu a uma banca de doutos titulares;
23. Não fez proficiência em inglês;
24. Não existe comprovação de participação Sua em bancas
examinadoras e de publicação de artigos no exterior...

23 de setembro de 2007

CRTL C, CTRL V DE UMA PAIXÃO


O POST DE HOJE FOI COPIADO DESCARADAMENTE DO BLOG DO JUCA KFOURI.

O TEXTO É EMOCIONANTE, ASSIM COMO É A PAIXÃO QUASE INCONDICIONAL DO BRASILEIRO PELO FUTEBOL.

VALE A PENA SER LIDO.

FICO POR AQUI - SEGUE O TEXTO:

"Caro Juca,

Te mando em particular minha crônica para o clássico Náutico x Sport.

Eu me emocionei muito quando escrevi.

Como se não fosse uma fábula.

Os lances da partida são reais.

O pai e o filho talvez.

Aceite como um presente pelos últimos dias.

Um abraço,

Roberto


O FILHO PRÓDIGO

Por: Roberto Vieira, Colaborador NauticoNET

"Eu amava a Alice’.

Eu estava ali sentado no hospital imaginando o que escrever sobre o Clássico dos Clássicos quando aquele senhor perdido em seus devaneios repetiu:
‘Eu amava a Alice’.
Antes que eu pudesse esboçar uma defesa ele prosseguiu. E eu não pude deixar de sorrir com o resto da história. História que eu transcrevo aqui pra vocês.
‘Eu amava Alice. E o pai de Alice era rubro negro. Diria mais, era um torcedor fundamentalista do Esporte.
Eu torcia pelo Náutico. Torcia é modo de dizer. Meu pai me levava a campo. Mas não compreendia bem aquela algazarra, aquela paixão.
Eu só amava Alice.
Quiseram me fazer de mascote, mas eu resisti à idéia. O que Alice ia dizer quando soubesse? Meu pai ficou triste. Porém era um raro exemplar de pai democrático naqueles tempos de palmatória. Desde esse dia não me forçou mais a ir a campo. Me dava um beijo e saía solitário para o estádio.
Eu ficava sonhando com Alice.
Naquele tempo namoro nem pensar. Era necessário um Concílio Vaticano pra pegar na mão da moça. Entretanto eu dava sorte, a mãe de Alice me dava aulas de reforço. E eu nunca melhorava muito na matéria senão eu deixava de ter aulas na casa de Alice.
Numa dessas aulas o pai de Alice puxou conversa sobre futebol e perguntou se eu torcia por algum time. Respondi de bate pronto: Esporte!
Ele exultou. Antes que eu pensasse duas vezes ele me chamou pro jogo contra o Náutico quando o Esporte, que ganhara o primeiro turno e liderava o segundo turno, iria jogar contra o alvirrubro.
Ainda lembro bem o dia. 20 de novembro de 1951. Era aniversário de papai.
Eu amava Alice.
‘Combinado!’
No dia do jogo eu menti pra papai. Teria prova no dia seguinte, ia estudar com os amigos. Saí de casa como um fugitivo da lei e encontrei-me sorrateiro com o pai de Alice nos Aflitos.
Quis o destino este senhor de mil faces que um rosto conhecido se cruzasse com o meu na multidão. Meu pai trocara o caminho, quem sabe pensativo em sua solidão, e passara defronte da torcida do Esporte.
Lá estava eu. Calabar.
Meu pai caminhou em minha direção e quando preparei o rosto pra primeira bofetada da minha vida ele me abraçou, deu um beijo em meu rosto e sussurrou baixinho em meu ouvido:
‘Não precisava mentir. Eu sempre vou te amar!’
E saiu para o seu lugar de sempre nas arquibancadas dos Aflitos.
Mudo. Envergonhado, fui conduzido pelos novos amigos rubro negros sob os gritos de Casá-Casá. Quando ergui meus olhos lá estava meu pai na torcida do Náutico. Eram poucos. Ninguém acreditava que naquela altura do campeonato algo fosse mudar a história.
Talvez apenas meu pai e os jogadores.
Quando o jogo começou, logo nos primeiros movimentos o atacante Tonho do Esporte marcou 1x0.
Meu pai olhava para o gramado hipnotizado. O que pensava eu não sei.
Os torcedores do Esporte deliravam e provocavam na distância os seus adversários: ‘A turma é da fuzarca!’
O pai de Alice me abraçava.
Um segundo depois o goleiro Vicente do Náutico sofre uma distensão. Não pode continuar jogando.
Não havia substituição naquela época. O grande zagueiro Lula veste a camisa de goleiro e vai pro gol.
Grande parte da torcida alvirrubra vai embora. O massacre era uma questão de tempo.
Rezo para que meu pai vá embora. Mas o seu olhar permanece distante. Como se nem mesmo percebesse o gol.
Desvencilhei-me dos meus novos amigos. Corri pela noite até o meu pai. Abracei-o em silêncio.
Iríamos enfrentar juntos ao dilúvio.
O Esporte parte para a goleada. Seu ataque perde duas chances claras de ampliar o marcador.
De repente Alcidésio avança e observando Manuelzinho adiantado dispara. Parecia impossível, a bola alcança as redes e o jogo está empatado: 1x1!
O que restou da torcida começa a gritar ‘Veteranos’. Era assim que se chamavam os jogadores do
Náutico. Algo em todos nós avisa que o leão está nocauteado. Levou um direto no queixo. Djalma como um raio dribla toda a defensiva adversária e marca o tento da virada 2x1.
O Esporte era o líder invicto do returno.
Lula prossegue defendendo tudo depois do intervalo.
Então Zeca aumenta para 3x1.
Hélio Mota faz 4x1.
O oportunista Fernandinho estabelece a goleada: 5x1!
Todos os atacantes do Náutico assinalaram um gol. Lula não sofreu nenhum.
O pai de Alice proibiu minhas aulas de reforço.
E daí?
Naquela noite voltamos eu e meu pai gritando N-Á-U-T-I-C-O pelas ruas da cidade.
Durante os anos que se seguiram assistimos muitas vitórias. Muitas derrotas também doeram em nosso coração.Mas estávamos sempre juntos.
Estádio dos Aflitos era o nosso país das maravilhas...'

7 de setembro de 2007

LEVANTE AS MÃOS!!! ISSO É UM ASSALTO

Visitando alguns blogs hoje pela manhã me deparei com uma matéria postada no blog da Fé de POA, o Vintage69. O texto aborda a questão relativa aos valores que o consumidor brasileiro paga para ter acesso a internet banda larga comparado com os de outros lugares do mundo.

Pasmem!!! Nós brasileiros pagamos até 400 vezes mais caro em relação a outros cidadãos da europa, Japão e EUA pelo mesmo tipo de serviço de internet banda larga. O japonês tem a opção de assinar internet banda larga de 1Mega, com a Yahoo!, pela fortuna equivalente a R$1,81, isso mesmo, um real e oitenta e um centavos. Eu, por exemplo, que tenho uma conexão de 400kbps de velocidade pago 34,25 vezes mais que isso.

A justificativa para tamanho disparate é a falta de concorrência. De fato creio que seja esse um dos principais motivos para essa diferença colossal de valores, além disso, não sabemos os custos da banda larga no país, mas se queremos uma população educada e acesso democrático a informação precisamos rever imediatamente esses valores e popularizar mais o acesso a essa tecnologia no Brasil.

Leiam a matéria completa no Vintage69

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5 de setembro de 2007

“TERRA DE NINGUÉM”

Recebi ontem o seguinte e-mail:

“Olá, C.A., tudo bem?
Cara, achei esse vídeo no blog do Josias, da Folha. Acho importante que seja bem divulgado. Assista-o e divulgue no seu blog, se quiser, claro.
Um abraço,
Beraba”

Assisti ao vídeo e hoje estou disponibilizando aos leitores do Fronteiras. A reportagem com aspectos de documentário, produzida pelo Greenpace, recebeu o título de “Amazônia, uma região de poucos”, e trata da tentativa de ambientalistas e jornalistas (brasileiros e estrangeiros) de fazer uma reportagem a respeito dos Enawene Nawe, população indígena que vive na região do Rio Preto, no perímetro de Juína no Mato Grosso. Essa equipe foi impedida pelos produtores rurais de sair da cidade e ir ao encontro dos índios para realizar a reportagem. Os jornalistas e ambientalistas precisaram do auxilio da polícia para não serem mortos pelos fazendeiros.

No princípio achei que fosse um vídeo que trouxesse apenas um discurso ecológico do tipo “salve a Amazônia” – muito importantes, por sinal –, mas ao assisti-lo percebi que a questão é muito mais problemática, trata também da violação dos direitos civis e de fundamentos da democracia que foram simplesmente descartados. Em algumas regiões com menor população e mais afastadas dos grandes centros o poder continua sendo exercido por coronéis sem disfarces.

Claro que no meio de tudo isso tem o poder público local (executivo e legislativo) que tenta descaradamente preservar o interesse dos produtores rurais e tratam a questão como se estivessem lidando com uma questão privada. Como exemplo, transcrevi essa pequena pérola pronunciada pela boca de um vereador: “a imprensa internacional acha que pode vir aqui e fazer o que bem entende, sem nosso consentimento, e levar informações sei lá pra onde, a nosso respeito e a respeito de nossos índios”.

Além disso, o prefeito e os vereadores se juntaram aos donos de terra para impedir e ameaçar a equipe. Hoje, 5 de setembro, o blog do Josias de Souza
veiculou que o procurador da República Mário Lúcio Avelar vai “abrir inquérito policial para apurar o caso ocorrido no município de Juína (MT)”.

Eu e um grande amigo discutindo um dia sobre questões partidárias nas eleições municipais e percebemos que os partidos eram usados sem critérios e sem apegos ideológicos, pois um candidato X hora estava no PFL hora no PSB e em outra eleição disputava pelo PSDB, PT ou o que lhe fosse mais conveniente. Após essa constatação, chegamos a conclusão de que política municipal é “terra de ninguém”. Mas no caso mostrado no vídeo a questão foi levada ao pé da letra.

Vale a pena conferir.


Amazônia, uma região de poucos


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1 de setembro de 2007

VOCÊ APRENDERÁ A ESCUTAR ALANIS MORISSETTE



A cantora pop canadense Alanis Morissette dispensa maiores apresentações, vale a pena dizer que com seu jeito singular de cantar se tornou com certeza uma das artistas mais bem sucedidas da virada do século XX para o XXI, com milhões de cópias vendidas e com Hits tocados a exaustão como King of Pane, You Larn, Thank You, etc. conquistou grande onda de fãs e admiradores, no meu caso, gosto muito da sonoridade que a música e as canções têm.

Alanis começou muito jovem, ela era um desses talentos mirins da televisão canadense e com 16 anos, em 1991, lançou o seu álbum de estreia intitulado Alanis (que ainda não ouvi) – ela ainda não usava o sobrenome Morissette artisticamente. Em 1992, saiu seu segundo trabalho Now Is The Time, mas o sucesso internacional e, principalmente, do mercado norte-americano surgiu em 1995 com Jagged Little Pill (tradução livre Pequena Pílula Partida), que tocou ininterruptamente nas rádios brasileiras também.

Escutei muito Jagged... e o Acústico MTV dela na adolescência e fiquei muito tempo sem escutá-la, até que minha esposa e eu compramos, a mais ou menos 1 ano, uma coletânea, The Collection (2005), e voltei a escutar Alanis.

Recentemente, em uma das minhas comunidades favoritas no orkut Discografias encontrei um link para baixar toda a discografia de Alanis. Testei o link e puxei os discos inteiros a partir de Jagged Little Pill até o último feito em estúdio So Called Caos (2004).
Bem, para quem não conhece muito os outros trabalhos dela devo logo dizer que Alanis não repetiu insistentemente a fórmula de Jagged..., os outros trabalhos variam bastante em sua sonoridade, mas claro, sem perder o estilo Alanis de entender e fazer sua música e são muito bons, diga-se de passagem.

No link abaixo você poderá baixar música por música ou o álbum inteiro compactado, os trabalhos estão todos separados por pastas. Não sei quem upou mas agradeço por isso.


Acho que muitos já viram pelos Youtubes da vida o vídeo postado a seguir, mas quem não viu vale dar uma conferida na paródia que Alanis fez com o Hit “My Humps” do The Black Eyed Peas

My Humps by Alanis Morissette
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