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29 de janeiro de 2009

HUMOR DUPLO OU EM DUPLA: NÓIS NA FITA

Os atores e comediantes Leandro Hassum e Marcius Melhem, mais conhecidos pela atuação em Zorra Total da TV Globo, protagonizam um espetáculo intitulado Nóis na Fita. Nesse show a dupla interage fazendo piada sobre o cotidiano e a vida privada. A química e o entrosamento entre os dois é o que mais se destaca. As risadas são inevitáveis. Hoje trago três vídeos desse espetáculo.



O primeiro retirado do blog Bêbados online traz uma inusitada conversa entre dois amigos que só fazem trocadilhos de duplo sentido. Já o segundo e terceiro têm uma série de piadas sobre diversas situações, indo dos filmes de Senhor dos Anéis ao Carnaval, passando por casamento e guerra dos sexos.

Vale a pena conferir



Duplo Sentido


Peguei esse vídeo aqui Bebado Online!


Nois na Fita - Parte 1



Nóis na Fita - Parte 2




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FICO POR AQUI - "UM ABRAÇO A TODOS QUE FÔ DA SUA FAMÍLIA"

Seis Coisas Seis Links


O blog Quadrideko, que sempre nos inclui em seus desafios, memes, etc. - e a quem sou muito grato por isso -, nos convidou para participar de uma brincadeira.

Pois bem, a idéia dessa vez consiste em postar 6 coisas aleatórias sobre você e linkar 6 blogs para fazerem o mesmo. O objetivo é que os blogueiros mostrem um pouco mais sobre coisas que dizem respeito a eles para que os leitores e os companheiros da bloguesfera possam conhecê-los melhor.


As regras:

# Linkar o blog da pessoa que te indicou.

# Escrever as regras do meme em seu blog.

# Contar 6 coisas aleatórias sobre você.

# Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.

# Ao publicar o post, avise aos seus indicados, deixando um comentário em seu blog.


Seis Coisas Aleatórias sobre o César A. do Fronteiras no Tempo:

1 – Sou historiador e nerd.

2 – Odeio queijo ralado industrializado, fígado e jiló.

3 – Fui casado e tenho uma filha que é a maior paixão da minha vida.

4 – Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman, é meu filme favorito.

5 – Os dois meses que passei no Rio de Janeiro me devolveram a alegria na vida.

6 – Quando criança sonhava em ser astrônomo, mas descobri que tinha que cursar física para isso e desencanei.


Seis Blogs Indicados:


HTMHelen

Gritos Verticais

Akemi

Clássicos do Super Nintendo

Doce Língua

Zumba World


A indicação para participarmos veio daqui


FICO POR AQUI - "SABE QUAL A MAIOR DIFERENÇA ENTRE EU E VOCÊ? APENAS UM DIA RUIM"

28 de janeiro de 2009

ANIMAÇÃO INCRÍVEL: THE END (PARTE 1)

Em um dos blogs que leio diariamente, o Jovem Nerd, assisti uma animação incrível, a primeira parte de "The End". O responsável pela façanha de misturar histórias de vários desenhos animados dos anos 80 em um enredo envolvente e com um resultado competente em vários aspectos (traço, trilha sonora e efeitos) foi Gilson Jr.

Vale a pena conferir



vi essa animação aqui



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27 de janeiro de 2009

ATENÇÃO PARCEIROS E AFINS

Olá a todos.

Fui tentar modificar a Template do blog e acabei perdendo todas as configurações anteriores, por isso os links, feeds, blogroll, etc., não estão por aqui.

Isso é temporário e em breve a situação voltará ao normal.

Gostaria que os visitantes dessem sua opinião a respeito do novo visual do blog.

As mudanças vão acontecer aos poucos.

Essa template é obra do pessoal do blog Templates para Você





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26 de janeiro de 2009

DOCUMENTAÇÃO, MEMÓRIA E HISTÓRIA POLÍTICA BRASILEIRA

Mais uma da "Série Ctrl C + Ctrl V"

USP e Arquivo Público do Estado lançam site com 184 mil fichas policiais dos arquivos do Deops. De acordo com a professora Maria Luiza Tucci Carneiro, que coordena o projeto, iniciativa permitirá reescrever memória política brasileira


História da resistência

26/1/2009

Por Fábio de Castro

Agência FAPESP – Entre 1924 e 1983, período que abrange duas ditaduras, o Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (Deops) vigiou e reprimiu movimentos políticos e sociais. Os arquivos do órgão, cujos prontuários reúnem 184 mil fichas policiais, podem agora ser acessados no novo site do Projeto Integrado Arquivo Público do Estado e Universidade de São Paulo (Proin), lançado no sábado (24/1).

Além do lançamento do site, no sábado também ocorreu a reinauguração do Memorial da Resistência de São Paulo, localizado no antigo prédio do Deops, no Largo General Osório, onde hoje funciona a Estação Pinacoteca.

De acordo com a coordenadora do Proin, Maria Luiza Tucci Carneiro, professora do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP), o site facilitará as atividades de pesquisa nos arquivos, que têm importância histórica incalculável.

“Antes do trabalho feito no Proin, os documentos do Deops só estavam disponíveis em microfilme e era muito difícil localizar um prontuário. Com o site, basta digitar o nome da pessoa ou da instituição para encontrar a ficha. Isso facilitará o cruzamento de dados com outros arquivos e permitirá reescrever a memória política brasileira”, disse Maria Luiza à Agência FAPESP.

Segundo ela, o trabalho começou em 1999 com um Projeto Temático apoiado pela FAPESP, que originou o Proin e resultou na organização da documentação referente ao período entre 1924 e 1954.

Em 2007 teve início um segundo Projeto Temático, com o título “Arquivos da repressão e da resistência, história e memória. Mapeamento e análise da documentação do Deops”. Com participação de nove professores doutores, além da equipe de bolsistas, o projeto é dedicado ao período de 1955 a 1983.

“Os arquivos do Deops foram abertos ao público em 1995. No ano seguinte fui consultá-los como pesquisadora e constatei um verdadeiro caos. Isso nos motivou a sugerir o projeto”, contou. Desde o início o projeto foi feito em parceria com o professor Boris Kossoy, da Escola de Comunicações e Artes da USP, que agora coordena o setor de iconografia do Proin.

De acordo com Maria Luiza, um dos principais ganhos do projeto foi a formação de recursos humanos. “O primeiro projeto, que envolveu 60 bolsistas de graduação e pós-graduação, foi um inventário do Deops. Tivemos que começar do zero, digitando uma a uma as 184 mil fichas. Vários bolsistas de treinamento técnico ficaram tão envolvidos que vieram fazer mestrado conosco”, disse.

Durante o trabalho, a equipe foi percebendo a riqueza dos arquivos. Além dos prontuários de figuras conhecidas como Monteiro Lobato, Jorge Amado, Patrícia Galvão, o arquivo está repleto de fichas de pessoas anônimas que tiveram um importante papel político e histórico.

“Descobrimos que era possível reescrever a história política brasileira a partir de uma história de anônimos. Tivemos acesso, por exemplo, ao caso de uma operária tecelã que fazia poesias revolucionárias, à correspondência de um ativista ferroviário e à lista de livros apreendidos na casa de um sapateiro politizado”, contou.

Os pesquisadores puderam rastrear os caminhos dos impressos revolucionários. Eram livros, panfletos e jornais que mal chegaram a circular e que foram apreendidos em ônibus, trens ou na rua.

“Pelos prontuários, descobrimos estratégias usadas para divulgar publicações proibidas. Por exemplo, a ficha de um lavrador, fichado depois de ler panfletos para camponeses analfabetos, relata que o material havia sido enviado ao interior a partir do porto de Santos, dentro de sacas de café”, disse.

Frente e perfil

Com base nesses estudos, em 2002 Maria Luiza lançou a exposição e o livro Livros proibidos e idéias malditas. A história dos impressos acabou se transformando em um dos módulos do novo site.

Todas essas possibilidades de abordagem têm resultado em estudos específicos. Os estudos sobre história da censura, história da leitura e história dos anônimos possibilitaram a criação de três bancos de dados que foram transformados em links no site.

O projeto iniciado em 2007, voltado para o período entre 1955 e 1983, segundo a pesquisadora, já gerou também diversos estudos. Um deles é voltado para os panfletos produzidos durante a ditadura militar que teve início em 1964.

Outra linha estuda o movimento feminista, com foco na produção visual, a história da mulher negra e o papel político da mulher ativista. Outro módulo analisa a legislação sobre a expulsão de estrangeiros e corresponde ao link “Expulsos” no site.

“O site permite buscas por gênero, nacionalidade e profissão. Com isso é fácil cruzar informações e encontrar todas as fichas policiais e cadastros, por exemplo, de camponesas, ou tecelãs, de feministas judias, de ativistas japonesas ou alemãs e assim por diante”, afirmou.

Segundo Maria Luiza, os prontuários incluem ofícios, telegramas, cartas, relatórios de informação do serviço secreto ao longo dos anos, panfletos apreendidos, fotos anexadas e todo tipo de informação.

“No momento em que o suspeito era fichado, era feita uma ficha policial e o prontuário era aberto. Ele era então fotografado de frente e perfil e isso era anexado. A polícia então ia acumulando o material ao longo dos anos. Há alguns suspeitos que chegaram a ter o cotidiano acompanhado por 15 anos consecutivos”, disse.

De acordo com a professora da FFLCH, os arquivos permitem reconstruir também os pontos de vista da polícia política, especialmente nos períodos de ditadura.

“Os prontuários estão recheados de relatórios conceituais. A própria polícia define o que entende por comunismo, por terrorismo e por luta armada. Identificam com fotografias como se faz a propaganda comunista ou anarquista, mapeiam as idéias políticas e ideologias”, disse.

Maria Luiza conta que diversas exposições iconográficas já foram realizadas com base no material do arquivo. A última foi inaugurada no sábado (24/1): Círculo Fechado: os japoneses sob a mira do Deops, com curadoria de Kossoy, durante a reinauguração do Memorial da Resistência de São Paulo, no antigo prédio do Deops.

Mais informações: www.usp.br/proin

25 de janeiro de 2009

POST "REMAKE" 4 - SAMBA DE UMA NOTÍCIA SÓ

Lendo as versões anteriores do Fronteiras no Tempo (no uol e no windows live space), encontrei um post de abril de 2006. Como ele não perdeu sua atualidade decidi republicá-lo por aqui.

Apreciem sem moderação


16 de abril de 2006

SAMBA DE UMA NOTÍCA SÓ


Um caso de Plágio? De caipirice? Ou de “cara-dura?

Pode ser ignorância minha, no que se refere a questões da indústria da notícia, mas a impressão que tenho é que hoje em dia todas as informações que recebemos, sobretudo da “imprensa” escrita – em vários meios como o jornal, revista, Internet, etc. –, são as mesmas, independente da empresa que as veiculem. Exemplo disso são as manchetes dos dois principais jornais de São Paulo a Folha e o Estadão que são praticamente iguais. Na Internet raras são as vezes nas quais as páginas dos grandes portais (Terra, Uol, Yahoo, etc.) não tratam dos mesmos temas e, pior, fazem a mesma abordagem e apresentação. Quando se tratam de “notícias internacionais” a coisa fica ainda mais feia, pois as fornecedoras destas reportagens se resumem a duas ou três no máximo, as mais comuns são a CNN, Reuters e a BBC, que, via de regra, vendem o mesmo conteúdo. Ou vivemos no Mundo do Plágio, ou o virtual excesso de informações transformadas em notícias se resume a uma proliferação dos meios de comunicação em várias mídias que acabam “produzindo fatos” semelhantes e em muitos casos iguais.


Neste domingo, 16 de abril de 2006, por curiosidade, pois não tenho costume de ler os jornais da cidade, fui conferir o “caderno cultural” de um dos periódicos, por sinal, o principal. Para minha surpresa vi uma entrevista com a atriz Marisa Orth, supostamente feita para o jornal, que gira em torno da novela da rede Globo Bang Bang. A atriz falou sobre a idéia original da trama, a mudança de autores e o conturbado cotidiano das gravações, também respondeu questões sobre sua carreira e seu veio cômico. Até aí tudo bem, se não fosse por um pequeno detalhe, a entrevista foi dada para o portal Terra no dia anterior, a única diferença foi apenas a introdução da matéria, o restante, perguntas e repostas, foram exatamente as mesmas, ou melhor “ctrl+c”, “ctrl+v”, inclusive uns dados a mais sobre a carreira de Orth foram colocados na página do jornal. Porém, tenho que fazer uma ressalva: o nome do entrevistador foi citado pelo jornal, todavia, a entrevista foi publicada na seção exclusiva de noticias do terra.


Daí a pergunta: “Um caso de Plágio? De caipirice? Ou de “cara-dura?


Se isso acontecesse apenas com um jornal interiorano em seu “caderno de cultura” – que traz apenas a opinião da intelectualidade local e algumas bobagens como “a semana dos freqüentadores do shopping” – vá lá, mas tenho certeza que isso se repete em inúmeros jornais municipais, as famosas Gazetas de, Diários de, Comércios de, Correios de, e por aí vai. A pergunta supracitada pode ser substituída por outras, de igual sentido: essas ocorrências fazem parte da prática jornalística atual (como a da imprensa periódica do século XIX)? Falta repertório (em amplo sentido) para preencher os “cadernos culturais”? Ou se copia sem medo de ser punido ou processado?


Como disse no início pode ser ignorância minha a respeito da indústria da notícia pronta, pois o jornal pode ter comprado a entrevista do portal, sem citá-lo, diga-se de passagem, e publicado em seu “rico” caderno de domingo, mas aí a questão do repertório volta a tona. No caso dos pequenos jornais podemos até ser relativistas, mas as notícias escritas iguais e dadas da mesma forma é algo muito sério para ser pensado e se passarmos para outras mídias como o Rádio e a TV temos o mesmo problema, com um agravante, eles atingem a maior parte da população que não lê nem as Gazetas, Comércios, Folhas e Estados, como também não acessam a Internet.


Se ficou interessado na reportagem do portal Terra, confira a entrevista de Marisa Orth nesse link


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Post "remake" 3 - AINDA É CEDO AMOR...


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20 de janeiro de 2009

O PRIMEIRO FILME DE FICÇÃO CIENTÍFICA

George Méliès

Memória

Cinema exibido

Há 107 anos era feito o primeiro filme de ficção científica conhecido


Pesquisa FAPESP
- Os filmes de ficção científica tiveram sua origem com um cineasta francês para quem a expressão “a primeira vez” foi usada muitas vezes. Em 1902, George Méliès fez o que é considerado o primeiro filme desse gênero que, por vezes, prevê e até inspira novas tecnologias. A viagem à Lua (Le voyage dans la Lune), de 14 minutos, foi baseado em dois livros de escritores que adoravam criar histórias com elementos científicos – Da Terra à Lua, de Júlio Verne, e O primeiro homem na Lua, de H.G. Wells. O filme conta a saga de cinco astrônomos que constroem uma cápsula espacial para viajar até o satélite terrestre. A nave é disparada por um canhão e chega atabalhoadamente na Lua, onde os cientistas encontram selenitas e por eles são perseguidos, mas conseguem voltar para a Terra.


“A viagem à Lua foi um dos primeiros filmes de ficção científica”, diz Ismail Xavier, crítico cinematográfico e professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. “Só não dá para dizer que foi o primeiro porque havia muita gente produzindo no começo do século e não temos o registro de tudo.” O certo é que Méliès foi o primeiro cineasta associado à ideia de futuro e de tecnologia. Sua empatia e o desejo de trabalhar com a imagem em movimento foram instantâneos e nasceram junto com o cinema.


George Méliès (1861-1938) era um ilusionista, dono do teatro Robert Houdin, em Paris, onde apresentava números de mágica. No final de 1895 ele foi um dos cem convidados de Louis e Auguste Lumière para assistir à primeira sessão de cinema em uma pequena sala no subsolo do Grand Café, no centro da cidade. Os irmãos Lumière tinham inventado o cinematógrafo, máquina que capturava imagens em fotogramas e as projetava de modo acelerado, dando a ilusão de movimento. Méliès percebeu o potencial da invenção para seus shows de mágica e tentou comprar o equipamento, sem sucesso.


O mágico construiu então sua própria câmera e começou a fazer filmes em 1896. No início ele filmava só eventos isolados – como cenas de rua – para depois exibir em seu teatro. Tanto a dramatização de histórias quanto a continuidade de cenas não eram importantes nos primórdios do cinema, entre 1895 e 1908, de acordo com Ismail Xavier. “Era um cinema de atração ou cinema de truques, algo como em um circo em que há quadros e situações apresentados de modo independente”, diz. A cenografia aparecia e os efeitos não eram sutis, mas feitos para ser notados. Os truques eram o grande chamariz. “Era um cinema que gostava de se exibir e encantava pela técnica e novas tecnologias utilizadas. A narrativa e o drama se consolidaram apenas a partir de 1910.”


A viagem à Lua foi uma exceção daqueles tempos porque havia uma narrativa, com muitos efeitos especiais e cenários. A cena da nave enfiada no olho da Lua está entre as mais conhecidas da história do cinema. Méliès foi um dos primeiros a usar efeitos especiais e a caracterizar seres alienígenas. Também teria sido o primeiro a utilizar o recurso da exposição múltipla de negativos, do processo de pintura sobre a película para conseguir filmes “coloridos”, a criar as técnicas de fade in (quando a imagem surge do preto) e do fade out (quando a imagem vai desaparecendo), e a produzir esquetes e story boards, entre outras inovações. O primeiro estúdio da Europa foi construído por ele.


Financeiramente de nada adiantou tanto pioneirismo – em 1912 Méliès estava falido. Em 1926 foi redescoberto vendendo brinquedos em um quiosque de Paris por Leon Druhot, editor de uma revista sobre cinema. Ele escreveu sua história e alguns dos mais de 500 filmes que Méliès fez foram restaurados. Em 1931 o cineasta recebeu a Legião de Honra da França. Embora não sirva como consolo pela miséria em que morreu, Méliès recebeu também elogios públicos de dois outros gênios do cinema. “Devo tudo a ele”, disse D.W. Griffith. Charlie Chaplin o considerava “o alquimista da luz”.


vi essa notícia aqui

19 de janeiro de 2009

ANO INTERNACIONAL DA ASTRONOMIA



19/1/2009

Agência FAPESP – A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas declarou 2009 o Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009). Com a presença de 900 autoridades e cientistas de todo o mundo, o evento foi aberto nos dias 15 e 16 de janeiro, em cerimônia na sede da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em Paris, na França.

Com participação de mais de 100 países, a iniciativa da Unesco e da União Astronômica Internacional (UAI) marcará os 400 anos de um dos eventos mais revolucionários da história da ciência: o primeiro uso astronômico de um telescópio por Galileu Galilei. A abertura oficial no Brasil ocorrerá na próxima terça-feira (20/1).

De acordo com os organizadores, o AIA 2009 irá estimular, em nível mundial, o interesse dos jovens pela astronomia e pela ciência. Eles estimam que com as atividades, no decorrer do ano, pelo menos 1 milhão de pessoas terá oportunidade de ver o céu por meio de telescópios.

O objetivo é aproveitar o fascínio produzido pelas descobertas astronômicas a fim de aproximar o público da ciência e da tecnologia e difundir uma mentalidade científica – característica central nas sociedades tecnológicas.

A extensa programação da abertura do AIA 2009 incluiu debates sobre o papel da astronomia na sociedade e na cultura, apresentações sobre os principais momentos da astronomia moderna, observações em tempo real e videoconferências ao vivo com alguns dos principais observatórios do planeta – como a Estação do Pólo Sul e o VLT (Very Large Telescope), localizado em Cerro Paranal, no Chile.

Várias das atividades incluíram demonstrações das contribuições da Agência Espacial Européia (ESA) ao AIA 2009. David Southwood, diretor do programa de Exploração Científica e Robótica da ESA apresentou em Paris missões científicas atualmente em andamento no âmbito do programa da Visão Cósmica.

Usando imagens, vídeos e jogos interativos, os participantes puderam conhecer as missões astronômicas Planck e Herschel, da ESA. Os dois satélites investigarão como as primeiras galáxias e estrelas se formaram e evoluíram, fornecendo uma nova visão das origens do Universo.

Na exposição Domo Planck, os visitantes podem observar o céu como será observado pelo satélite. Um modelo de espaçonave montado no palco central, no meio do domo, demonstrou como o equipamento fará as observações.

A sede da Unesco também recebeu parte da exposição móvel e interativa Discovery Truck, lançada na cidade holandesa de Groenigen em 2008, que permite a estudantes descobrir o “universo invisível” que será explorado pela missão Herschel.

Atividades no Brasil

A cerimônia oficial de abertura do AIA 2009 no Brasil será no dia 20, às 18 horas, no Planetário do Rio de Janeiro. Entre os dias 19 e 28, outras 50 cidades brasileiras realizarão seus eventos de abertura.

A abertura contará com a presença do Ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Machado Resende e representantes das principais instituições ligadas à pesquisa científica no país.

A programação do AIA 2009 incluirá, no decorrer do ano, milhares de eventos, com observação por meio de telescópios, palestras, exposições fotográficas e shows de planetário.

Uma das primeiras atividades será a Semana de Abertura do AIA 2009, promovida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) entre 20 e 22 de janeiro. A programação prevê a colocação de telescópios em diversas praças da cidade, tanto na região central como em bairros periféricos. A população poderá observar o céu durante o dia e à noite.

Outro destaque será a reinauguração do Observatório Astronômico do Museu de História Natural e Jardim Botânico da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no dia 23 de janeiro. O observatório havia sido desativado na década de 1980 e será reativado por iniciativa da UFMG e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Depois da reinauguração, durante a tarde, o Museu também promoverá oficinas para públicos variados, de curiosos a estudiosos da astronomia. Serão oficinas de lançamento de foguetes, construção de telescópios e outras que relacionam a proporção de tamanho dos planetas do Universo.

No final da tarde, o Presidente da Sociedade Brasileira de Física, Alaor Chaves fará uma palestra sobre matéria e energia. Ao lado do ibservatório será montado um planetário, com exibições de hora em hora sobre as estrelas que compõe a bandeira brasileira. À noite, o público poderá observar o céu de Belo Horizonte com o telescópio restaurado.

Mais informações: www.astronomia2009.org

vi essa notícia aqui

18 de janeiro de 2009

CAMPANHA CONTRA O ABUSO SEXUAL INFANTIL

O Alexander Bastos, Blog dos Piratas, está divulgando uma importante campanha contra o abuso sexual infantil. Não poderia deixar de aderir e divulgar por aqui também.

Se você é blogueiro divulgue também.

Segue o texto e o vídeo:

"A campanha contra a pedofilia da DUNKELZIFFER, veiculada na Europa, consegue passar com inteligência a mensagem sobre as conseqüências do abuso sexual infantil. Um trauma que se prolonga por toda a vida se não tratado psicologimente. Uma chamada brilhante que ao mesmo tempo causa um sentimento de repulsa e indignação..."





Via Blog dos Piratas


FICO POR AQUI - "BASTA!"

17 de janeiro de 2009

ENTENDA UM POUCO MAIS SOBRE ANIMAÇÃO 2D E 3D

Navegando encontrei um vídeo muito interessante sobre o processo de criação de Animação. O programa, com duração de 4 minutos, foi exibido na página Olhar Digital da Uol. Ele mostra rapidamente alguns detalhes do processo de produção antes e depois do advento da computação gráfica. Muito instrutivo.

Há mais coisas interessantes no site, como um programa no qual uma dúvida cruel é colocada: Playstation 3, Xbox ou Wii? Veja aqui

Assista agora o vídeo do post

Vale a pena conferir



alta resolução



baixa resolução



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16 de janeiro de 2009

SE NÓS TEMOS O ALELO 334, ELAS TÊM O ESTRADIOL

Helena de Tróia


Encontrei um artigo no meio da madrugada e me lembrei de um post anterior sobre o mesmo tema, só que na versão masculina. É o seguinte: cientistas inglesas associaram a traição feiminina com um hormônio chamado estradiol, que segundo os estudos é um dos responsáveis pela falta de fidelidade entre as mulheres.

Como no post relacionado (EU NÃO TENHO O ALELO 334!!!) acredito, no que diz respeito ao comportamento humano, muito mais na infulência do fator cultural em relação ao biológico, onde cabe infinitas discussões.

Para os interessados segue o artigo.

Se elas traem, a culpa é dos hormônios

Qui, 15 Jan, 05h18

Por Redação Yahoo! Brasil

Uma pesquisa da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, comprovou que mulheres com uma concentração mais elevada de um hormônio ligado à auto-estima têm mais chances de ter casos extraconjugais e trocar de parceiros com freqüência. O estudo, publicado na revista 'Biology Letters', da Royal Society, relaciona o nível de auto-estima com a quantidade do hormônio estradiol. Mulheres com mais hormônio desse tipo tendem a se achar mais bonitas e a serem consideradas mais atraentes por outras pessoas.

Para os pesquisadores, tais mulheres acabam se sentindo menos satisfeitas com seus parceiros e menos comprometidas com eles, em um comportamento que os autores do estudo chamam de "monogamia oportunista em série". Segundo os cientistas, isso se deve a um "instinto" de buscar parceiros com mais qualidades.

Bons parceiros

"Na natureza, é difícil conseguir um parceiro que seja ao mesmo tempo um bom provedor de estabilidade para a família e que tenha bons genes para procriar" afirma a psicóloga Kristina Durante, principal autora da pesquisa. Por isso, muitas mulheres alternam um relacionamento mais duradouro com aventuras com homens mais atraentes. Para ela, mulheres mais bonitas buscam mais os dois tipos de recursos por parte do homem e acabam querendo um padrão de qualidade que às vezes é difícil de conseguir.

A psicóloga explica que é por isso que muitas mulheres não se sentem obrigadas a se comprometer com um determinado parceiro se aparecer outro com melhores "qualidades". O hormônio estradiol está ligado à fertilidade e à saúde reprodutiva da mulher. Estudos realizados no passado mostram que o estradiol alimenta o desejo de poder em mulheres solteiras. Segundo essas pesquisas, aquelas mulheres que não tomam pílulas anticoncepcionais estão ainda mais vulneráveis ao hormônio.

'Monogamia serial'

Segundo a pesquisa da Universidade do Texas, foram usados hormônios presentes na saliva de 52 universitárias com idades entre 17 e 30 anos, em dois estágios de seu ciclo menstrual.

As voluntárias também falaram sobre a história sexual delas e avaliaram a própria aparência. Em seguida, elas receberam notas, no mesmo quesito, de outros jovens estudantes de ambos os sexos. As voluntárias com maior nível de estradiol tinham mais histórias de paqueras e de casos com outros homens além de seu parceiro fixo.

Mas, elas também se mostraram mais envolvidas em relacionamentos duradouros do que em romances passageiros ou "ficadas". Essas mulheres parecem adotar uma estratégia de 'monogamia serial', em que buscam sempre um parceiro melhor para a reprodução, explica a psicóloga. "Não é o sexo casual que as interessa."


Li essa notícia aqui

Post relacionado

Eu não tenho o alelo 334!!!

mais sobre ciência no blog

Divulgação Científica


FICO POR AQUI - "NÃO ADIANTA POR A CULPA NOS HORMÔNIOS, SÓ VALE NA TPM ;-)"

14 de janeiro de 2009

DANCEM MACACOS, DANCEM!!!



Enfim!!! A primeira postagem de 2009!!!!


Demorei, mas voltei. Vou retomar o ritmo mais lentamente, por que no começo do ano sempre é um período bem corrido para mim, mas deixando isso de lado postei um vídeo interessantíssimo “Dancem Macacos, dancem” – dublado do original em inglês Dance Monkey, Dance, de Ernest Cline.


O curta traz uma reflexão sobre nós mesmo, de como nos relacionamos uns com os outros, com o planeta e, especialmente, sobre o que no fundo todos nós somos, MACACOS.


Aproveitem e divirtam-se





FICO POR AQUI – “2009”

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