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31 de maio de 2009

FESTIVAL DO MINUTO


Conheces o canal do YouTube ou o site do Festival do Minuto?

Não?

O que é o festival do minuto?

Abre aspas: “Desde 1991, o Festival do Minuto trabalha com a seleção de imagens em movimento - de amadores e profissionais - para o exercício da síntese em trabalhos com duração máxima de 60 segundos. O Festival do Minuto foi o pioneiro no formato do Minuto no mundo e é hoje o maior festival de vídeo da América Latina, tendo inspirado a criação de Festivais do Minuto em mais de 50 países.” Fonte: http://www.festivaldominuto.com.br

Imaginem só a quantidade de minutos produzidos em 18 anos. O festival premia as melhores produções mensalmente. Você provavelmente deve ter ouvido falar deste festival, se não, em que planeta vive?

Brincadeira.

Eu já conhecia. Acessei a página e o canal do YouTube algum tempo atrás e acabei me esquecendo de voltar e conhecer as novidades. Mas! Ao acessar minha página inicial que mostra destaques do YouTube – além de notícias, editais de concursos, previsão do tempo entre outras coisas – encontrei o vídeo Crianças. Deste vídeo fui ao canal (ao qual me inscrevi) e assistindo isso aquilo, fui a uma nova aba em que acessei a página do Festival.

Essa AQUI e o canal do YouTube é este AQUI

A variedade das produções é tão grande que fica difícil descrevê-las, só vendo mesmo.

Assistam ao vídeo que inspirou a navegação pelos vários 60 segundos de áudio-visual.

Crianças - Children, de Henrique Kopke, 2008



FICO POR AQUI – “APOSTO QUE PENSOU BESTEIRA”

27 de maio de 2009

VENDAVAL


Sobre vídeos experimentais e música de qualidade


Quem acompanha o blog faz um certo tempo sabe que constantemente “pego emprestado” vídeos do YouTube produzidos pelo artista plástico Elinaldo Meira e os divulgo aqui no blog.

Após um período sem fazê-lo, pois, apesar de sempre produzir novos trabalhos, Meira nem sempre os disponibiliza na internet. Porém, veio a luz sua mais recente produção, Vendaval. O vídeo é inspirado em música homônima interpretada pelo grupo À Deriva.

A experiência para quem se interessar em assistir o vídeo é rica. A música e o vídeo fazem jus ao seu nome, pois tal qual a brisa que se torna em uma forte corrente de vento começam calmos e ganham intensidade e complexidade sonora e visual.

Esse vendaval agita os passos da velha maré que vai e vem, horas mais lenta e em outros tempos sacudida em um quase descompasso, assim como acontece na vida de muitos que atravessam por tempestades, ventanias, idas e vindas. Para quem gosta de arte visual o vídeo é um prato cheio.

À DERIVA.

À Deriva é um grupo de Jazz formado por Rui Barossi, Daniel Müller, Guilherme Marques e Beto Sporleder. Devo admitir que foi umas das surpresas mais agradáveis que tive nos últimos tempos. Jazz de altíssima qualidade. Para o post não ficar muito extenso convido a todos a conhecer o site oficial, muito bem feito por sinal, (www.musicaaderiva.com.br). O CD do quarteto está disponível gratuitamente para download no site.

Agora o vídeo

VENDAVAL



Veja os outros vídeos de Elinaldo Meira divulgados nesse Blog clicando AQUI


Conheça também o blog Olho de Prata, infelizmente pouco atualizado, de Elinaldo Meira que contêm outras de suas produções como Catiça do Gato Preto – que em um dia após o trabalho tive o prazer de ouvir o esboço do roteiro que fervilhava na cabeça sempre agitada (no ótimo sentido) do Elinaldo.




FICO POR AQUI

25 de maio de 2009

FARRAZINE #11


Revista/e-Zine (Lançamento)

FARRAZINE 11

Você já imaginou uma revista em que pudesse ler contos, crônicas, críticas cinematográficas, de séries, tirinhas e entrevistas com quadrinistas europeus, brasileiros, podcasters e, além disso, se divertir durante a leitura?

E se eu acrescentasse que a cada nova página você se encantaria com a parte gráfica? A linguagem é jovem e é feita por pessoas que entendem do assunto por que são tão apaixonadas quanto você? Somando a isso o fato de que você não precisará gastar um centavo para adquiri-la?

Você me perguntaria: ficou maluco?

Minha resposta: NÃO

Essa revista, ou melhor essa farra de revista (por que já é maior que um Zine), existe e já tem 11 edições regulares e um especial de natal. Na décima primeira edição você encontrará uma entrevista com o Juan Giménez (do quadrinho Metabarões), com Lilian Mitsunaga (a mulher que letreirou a maioria esmagadora dos quadrinhos que você já leu), com pessoas que fazem os melhores podcasts da internet brasileira (alguns dizem DO MUNDO!!!!), além de pequenas e agradáveis surpresas que pode encontrar em cada página.

Se você não conhece o F.A.R.R.A.ZINE, não perca tempo, vá ao blog mais próximo e baixe, leia e se empolgue, ria e aumente seu conhecimento sobre o vasto e cativante universo NERD. Você também tem a opção de ler a edição online.

Você pode encontrar todas as edições dessa revista clicando no banner abaixo.



FARRAZINE



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Farrazine

F.A.R.R.A


FICO POR AQUI – “EU JÁ DISSE E REPITO: MEU CRAQUE JOGA EM MADRI!!!”

24 de maio de 2009

SELO LEMNISCATA




Nós do Fronteiras fomos agraciados mais uma vez com um selo do blog parceiro Quadrideko, o selo Selo Lemniscata. É sempre um prazer fazer parte dos memes que este parceiro tão querido nos dedica.


Esse selo é muito interessante, pois o que ele propõe é que os blogueiros respondam a seguinte questão: O QUE SIGNIFICA PARA MIM SER UM HOMO SAPIENS?

As respostas podem ser muito, mas muito variadas, dependendo da visão de cada um. Vale à pena acompanhar a trajetória desse desafio para ver a respostas e de quebra conhecer novos blogs.


As regras desse selo são:

1 – Aceitar e exibir a imagem.

2 – Linkar o blog do qual recebeu o prêmio.

3 – Escolher 5 blogs para entregar os Prêmios.

4 - Avisar aos premiados


Minha resposta:


É ter a capacidade de empregar sentido as coisas. O mundo por si só não faz sentido algum, somos nós que damos sentido as coisas, que dizemos o que elas são, foram e serão. É o homem que diz o que é a verdade das formas mais sutis às grandes concepções. No entanto, nossas formas de moldar o mundo mudam no tempo, a própria idéia de homem como um ser ciente de si, sábio, separado do grande quadro geral da natureza teve sua emergência em um determinado período da história (fim do século XVIII e início do XIX) e a única invariante que pode ser prevista é que essas concepções irão mudar, pois o homem muda no e com o tempo.


Os Escolhidos são (em ordem alfabética):

Cientista Social Nerd (volta Álvaro!!!!)

Dizforme

Htmhelen

Plano Be

Vintage69


O selo veio daqui

21 de maio de 2009

DARWIN, EVOLUÇÃO E IMPRENSA NO SÉCULO XIX

Livro (lançamento)

Série Crtl C + Ctrl V
RETIRADO DO BOLETIM DA AGÊNCIA FAPESP RECEBIDO POR E-MAIL

Nota: já encomendei o meu

Especiais

Tribuna científica

21/5/2009

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – No ano em que se comemora o bicentenário de nascimento do naturalista inglês Charles Darwin (1809-1882), um episódio que vale a pena ser lembrado está na forma como suas ideias foram inicialmente absorvidas no Brasil, tanto pelos jornais como pela literatura.

O livro recém-lançado A tribuna da ciência: as Conferências Populares da Glória e as discussões do darwinismo na imprensa carioca analisa como o autor de A origem das espécies ganhou espaço e influenciou a opinião pública brasileira.

As Conferências Populares da Glória foram fóruns públicos realizados no Rio de Janeiro na segunda metade do século 19, nos quais cada orador apresentava o tema que desejasse. De acordo com a autora do livro, Karoline Carula, foi durante a realização das conferências que pela primeira vez se apresentou o darwinismo em espaços não institucionais de saber e ensino. Até então, essa temática ficava restrita às faculdades de medicina e de direito, aos institutos históricos e geográficos e aos museus.

“As Conferências Populares da Glória foram importantes na difusão do darwinismo na Corte. Como eram públicas, qualquer um poderia assistir às preleções, ainda que a maioria dos frequentadores representasse a elite letrada carioca”, disse à Agência FAPESP Karoline Carula, doutoranda em história social pela Universidade de São Paulo (USP).

O livro é resultado da dissertação de mestrado da autora pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), concluída em 2007 e orientada por Iara Lis Schiavinato, professora da pós-graduação em história e em artes, que assina a apresentação. A obra teve apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Publicações.

Focada entre 1873 e 1880, ela é dividida em três capítulos: As Conferências Populares da Glória e a divulgação da ciência, O darwinismo nas Conferências Populares da Glória e O mulato e o darwinismo, em que são discutidas as ideias darwinistas presentes em O mulato, de Aluísio Azevedo.

Segundo Karoline, o fato de as conferências repercutirem na imprensa colaborou para a difusão do darwinismo, sobretudo pela polêmica que o tema provocava. Como se tratava de espaços de sociabilidade letrada, que formavam opinião pública e repercutiam na imprensa, divulgar novas ideias era estratégico.

Houve uma vasta gama de assuntos apresentados nas Conferências Populares e o darwinismo esteve presente de maneira direta ou indiretamente. Diversos oradores apresentavam um determinado tema e, durante a preleção, expunham o darwinismo, concordando ou discordando das ideias de Darwin.

“Este foi o caso, por exemplo, da preleção do médico Antonio Felício dos Santos. Em 1876, na conferência “Da moda com relação à higiene”, ele fez uso da teoria de Darwin como argumento para justificar a relação entre moda e higiene. Ou seja, basear sua proposição no darwinismo indicava que a teoria já havia adquirido credibilidade entre aqueles que assistiam ao evento”, disse.

Segundo Karoline, um dos principais divulgadores do darwinismo nas conferências foi outro médico, Augusto Cezar Miranda Azevedo. “As ideias darwinistas eram ressignificadas, sendo muito vezes mescladas com teorias de outros evolucionistas, como Herbert Spencer e Ernst Haeckel”, apontou.

O darwinismo provocou grande polêmica nos jornais na década de 1870, que reverberaram as ideias apresentadas nas Conferências. Dos jornais analisados no estudo de Karoline (Jornal do Commercio, A Reforma, O Globo, Diário do Rio de Janeiro, Gazeta de Noticias, O Apóstolo, entre outros), O Apóstolo, periódico vinculado aos interesses da Igreja Católica, foi o único que se posicionou de modo contrário ao darwinismo e à sua difusão no Brasil.

“As conferências de Miranda Azevedo receberam críticas desse periódico. Algumas dessas críticas foram respondidas pelo médico em conferências seguintes, sinalizando para a via de mão dupla entre as Conferências e a imprensa”, exemplificou.

A historiadora aponta que entre os próprios jornais também havia uma discussão a respeito, no qual um intelectual respondia às críticas lançadas por outro. Ou seja, a imprensa não atuava apenas como mediadora do debate.

“Esse foi um dos pontos que trabalhei, o modo como a imprensa e as Conferências Populares da Glória operaram como formadoras de opinião pública a respeito do darwinismo na década de 1870 no Rio de Janeiro”, destacou.

Mulato darwinista

No último capítulo do livro, a autora analisa o livro O Mulato, publicado em 1881, que trouxe na construção do enredo e dos personagens conceitos darwinistas – presentes, por exemplo, na ascendência africana de Raimundo, personagem central da trama.

Segundo Karoline, o público da Corte que leu a obra já havia acompanhado discussões sobre o assunto e, provavelmente, ao ler o romance relacionou algumas metáforas com o darwinismo.

O darwinismo aparece operacionalizado na obra de maneira análoga ao exposto nas Conferências da Glória. “Em decorrência de uma das preleções de Miranda Azevedo, grande polêmica foi gerada na imprensa em torno da origem do homem”, disse. Para ela, de certa maneira, as Conferências prepararam o público leitor para tal recepção.

“O fato de o darwinismo estar presente em uma obra literária indica que, de certa maneira, o público estava preparado para essa recepção. É importante ressaltar que a camada letrada, na década de 1870, frequentou as Conferências Populares da Glória e acompanhou as polêmicas que as preleções darwinistas geraram na imprensa”, disse.

A pesquisadora destaca que as Conferências Populares da Glória foram criadas para instruir o público nos mais diversos assuntos, em especial nos relativos às ciências.

“Significativa parcela da sociedade brasileira acreditava que, por meio da instrução nas ciências do povo, o país poderia se inserir no rol dos países mais desenvolvidos”, apontou.

A tribuna da ciência: as Conferências Populares da Glória e as discussões do darwinismo na imprensa carioca (1873–1880)
Editora: Annablume
Ano de publicação: 2009
Preço: R$ 31
Mais informações: www.annablume.com.br


16 de maio de 2009

A VENEZUELA DE CHAVES

Livro (lançamento)

Série Ctrl C + Ctrl V
RETIRADO DO BOLETIM DA EDITORA DA UNESP RECEBIDO POR E-MAIL

As origens da revolução venezuelana e até onde Hugo Chávez pensa em chegar

Em A Revolução Venezuelana, lançamento da Editora Unesp, Gilberto Maringoni investiga os objetivos do governo de Hugo Chávez e as opções colocadas diante de seu país. Para isso, parte da analise histórica sobre a Venezuela, desde o século XIX até a atualidade, traçando um perfil das diversas forças políticas, tendo como pano de fundo a supremacia do petróleo na economia local.

Ao contrário de discussões ligeiras que dominam os noticiários sobre o tema, o autor busca esclarecer importantes questões que fizeram e fazem da Venezuela tema obrigatório no cenário internacional. Parte integrante da coleção Revoluções do Século 20, o livro percorre os momentos marcantes do governo chavista. Sob diferentes ângulos, Maringoni destaca o enfrentamento ao golpe de 2002, a conflituosa relação com os Estados Unidos e a influência da Venezuela na América Latina.

Se por um lado as práticas políticas de Chávez suscitam controvérsias, dentro e fora do país, há também que se considerar as importantes alterações que aconteceram na Venezuela, como a elevação dos padrões de vida da população e a geração de empregos. É nítido o fortalecimento do caráter público do Estado, em favor das maiorias empobrecidas. Mas a derrota de Chávez no referendo de 2007 e o resultado das eleições para governadores no ano passado demonstram a chegada de novos atores políticos: a antiga direita, que focava suas ações em táticas golpistas, tenta se integrar ao jogo institucional.

Ao mesmo tempo, uma realidade de crise econômica, com a queda acentuada dos preços do petróleo, deve levar a uma redução no investimento em programas sociais, responsáveis em grande medida pela popularidade de Chávez. A combinação entre o novo quadro político interno e as incertezas econômicas pode exigir mudanças na conduta governamental.

Sobre o autor - Gilberto Maringoni é jornalista, doutor em História Social pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (2006) e graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela mesma universidade. Atualmente é professor de jornalismo na Faculdade de Comunicação Cásper Libero, em São Paulo É pesquisador do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Título: A Revolução Venezuelana
Autor: Gilberto Maringoni
Páginas: 200
Formato: 10,5 x 19 cm
Preço: R$ 20
ISBN: 978-85-7139-904-4
Coleção: Revoluções do Século 20
Data de publicação: 2009


Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo site www.editoraunesp.com.br ou telefone (11) 3242-7171. Ramal 417

13 de maio de 2009

O PRÉ-CONCEITO ESCANCARADO PELO RISO

JustificarHoje é dia 13 de maio. Faz 120 anos que o trabalho escravo foi abolido no país. Muitas coisas mudaram no Brasil nesse período. Outras nem tanto. Não podemos dizer que nós somos uma nação livre de pré-conceitos étnicos, temos em nossos repertórios de piadas ou de falas cotidianas uma série de frases que denotam um certo grau destas permanências.

O grupo de humoristas Deznecessários tem um quadro intitulado “O Afro-Descendente” que nos faz rir muito ao mesmo tempo que nos força a colocar a mão na consciência. Os bons humoristas têm a capacidade de nos escarrar a verdade pelo riso, de mostrar a desgraça do mundo de uma maneira que não nos deixa deprimido, mas que toca um botão em algum canto. Rimos da piada e de nós mesmos simultaneamente.

Vamos ao vídeo. Eu garanto que é hilário.


DEZNECESSÁRIOS – O AFRO-DESCENDENTE




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13 de maio

12 de maio de 2009

ARTE E CRIAÇÃO NO CADERNO DE DESENHOS

Livro (Lançamento)

Notícias

Processo de criação

12/5/2009

Agência FAPESP – Tarsila do Amaral (1886-1973) e Eliseu Visconti (1866-1944) são os artistas enfocados nos dois primeiros volumes da coleção Cadernos de Desenho, lançamento da Editora da Unicamp em coedição com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp).

Cadernos de desenhos, destaca Lygia Eluf, professora do Instituto de Artes (IA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), organizadora da coleção, “guardam momentos de cumplicidade únicos, quase nunca divulgados”.

“Seu uso recorrente, como bloco de anotações, carnês de viagem ou diários de artistas, guarda o pensamento construtivo que norteia o processo de criação e da construção das imagens”, escreveu na apresentação da coleção.

Segundo ela, a maioria dos artistas tem o hábito de manter cadernos de desenho, que nem sempre vêm a público no Brasil, enquanto que em outros países existem importantes obras que retraram a intimidade criadora.

Os dois volumes mostram registros de viagem de Tarsila pelo Oriente e de Eliseu Visconti a bordo de um navio para estudar na Europa. Para escrever sobre os desenhos, Lygia convidou pessoas muito próximas aos dois artistas: Antonio Carlos Rodrigues (que assina Tuneu), único aluno de Tarsila e hoje professor do IA; e Ana Maria Tavares Cavalcanti, que defendeu tese de doutorado em Paris sobre Visconti. “Queria manter o espírito e a intimidade dos cadernos de desenho e, por isso, escolhi quem pudesse escrever desse modo”, disse ao Jornal da Unicamp.

Lygia destaca que os cadernos de desenhos trazem à tona um trabalho invisível, reforçando a ideia de que um artista pode fazer pesquisa na universidade sem abrir mão da natureza da arte, que é sua área de conhecimento.

Lygia observa que o desenho não é um recurso utilizado apenas pelos pintores para o desenvolvimento de ideias no processo criativo. “Cartier-Bresson [fotógrafo francês, 1908-2004] desenhava muito para treinar o seu olhar e pensar a fotografia, que é algo instantâneo. Da mesma forma, há cineastas que desenham as cenas antes de filmar, num exercício mental que ninguém vê. Como já dizia Da Vinci, desenho é pensamento, explicita o processo de construção da obra”, disse.

A expectativa da professora da Unicamp é lançar entre três e cinco volumes por ano, sempre no formato quadrado que caracteriza a coleção e que permitiu a reprodução dos desenhos nos tamanhos originais.

“O próximo livro será com Renina Katz – que já autorizou a publicação dos seus desenhos – e comentários de Ferez Khoury [professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, amigo e uma espécie de discípulo da artista”, adiantou. Marcello Grassman e Vilanova Artigas serão os seguintes.

Os volumes da coleção podem ser adquiridos pelo site da Editora da Unicamp, em www.editora.unicamp.br

10 de maio de 2009

THE FULL OF PRYDE

SOBRE TRIBUTOS...

Na última quinta-feira, 07 de maio, foi celebrado em, Portland-Oregón, EUA, um ato benéfico a favor do tratamento da hemofilia. <Só pra constar, a hemofilia é uma doença ligada ao cromossoma X que dificulta a coagulação adequada do sangue. Essa anomalía faz com que pequenas feridas sejam inclusive mortais aos pacientes graves da enfermedade. Mais informações sobre a hemofilia aqui.>

Foram convidados aproximadamente 70 artistas, entre ilustradores e desenhistas, que deram sua versão da querida personagem da Marvel Comics; Kitty Pryde, alias ShadowCat. Eu sempre curti essas iniciativas em pró de ajudar alguma coisa... Cheguei até a participar de um projeto da Unicef por aqui... E o lance de unir o amor aos quadrinhos com um propósito realmente importante fez com que eu quisesse compartir essa noticía aqui no blog.

As 70 ilustrações foram colocadas a venda afim de arrecadar dinheiro para o tratamento da doença que mencionei anteriormente. Algumas delas vocês puderam ver ao largo do post, para ver um pouquinho mais cliquem aqui

Agora mudando de assunto; O César tinha prometido uma surpresa em um post... O que será que ele está tramando? Fiquei curioso com isso... Ainda mais depois daquele post super bem bolado sobre o comercial....

Esperemos....

7 de maio de 2009

ENSAIO E CRÍTICA SOBRE HISTORIOGRAFIA NA AMÉRICA LATINA

Livro (Lançamento)

A História na América Latina: Ensaio de Crítica Historiográfica (Coleção FGV de Bolso – História)

Sinopse do lançamento

A Editora FGV está lançando a coleção FGV de Bolso, com obras sobre diversos temas das ciências humanas e sociais. A coleção destina-se a estudantes, professores e profissionais interessados em conhecer de maneira rápida e eficaz, por meio de textos claros e acessíveis, os assuntos tratados em cada volume. Dividida em séries que contemplam grandes áreas do conhecimento e escrita por especialistas, a coleção FGV de Bolso reúne síntese, clareza e competência num pequeno livro!

O primeiro livro da coleção FGV de Bolso é A História na América Latina: ensaio de crítica historiográfica do professor Jurandir Malerba. Nele, Malerba traça um importante balanço sobre as críticas feitas aos modelos ocidentais de racionalidade científica surgidos a partir do século XVII. No caso das ciências sociais, essas críticas – que alguns identificam como “transição paradigmática”, “crise da modernidade”, “fim da teoria”, “fim da história”, ou ainda, “fim das grandes narrativas” – vêm se tornando cada vez mais visíveis desde os anos 1960.

Os reflexos são sentidos de maneira diferenciada nos campos da história e das humanidades, bem como segundo as distintas regiões culturais do planeta. Mas como adverte Malerba, em relação à América Latina, – importadora de cânones estéticos, científicos e culturais das grandes potências ocidentais – a recepção e a difusão dessas reflexões são matizadas pela inserção subalterna da região no sistema geopolítico mundial. Neste ensaio, o autor oferece uma apreciação das linhas de força que guiaram os rumos da historiografia latino-americana nas últimas décadas. A perspectiva de Jurandir Malerba, sempre crítica e polêmica, além de iluminar o entendimento do panorama historiográfico atual, reapresenta questões centrais de nossa identidade e do papel do conhecimento histórico na sociedade contemporânea.


Jurandir Malerba é escritor e ensaísta. Professor da PUC do Rio Grande do Sul, foi professor visitante nas universidades de Oxford (Inglaterra) e Georgetown (EUA). É pesquisador nas áreas de história do Brasil, teoria da história e história da historiografia, com vários trabalhos publicados no Brasil e no exterior. Pela Editora FGV publicou A independência brasileira: novas dimensões (2006).

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LANÇAMENTO

Data: 26 de maio, terça-feira, às 19 horas
Local: LIVRARIA CULTURA – Rua Túlio Rose, 80 – Passo da Areia – Porto Alegre - RS
Valor: R$ 16,00 / Pág. 148 p. ISBN – 978-85-225-0717-7


Divulgação: Lílian Andrade (lilianandrade@fgv.br) Fone: (21)2559-4431

Comercial & Marketing: Fones: 0800- 21 -7777 / (21) 2559-4426 / 4427/ 4429(pedidoseditora@fgv.br) (www.fgv.br/editora)

4 de maio de 2009

BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL

da Série Ctrl C + Ctrl V

Unesco lança biblioteca mundial digital


A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lança nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.

Dezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e grav

ações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco.

A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.

Entre os documentos, há tesouros culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo, e também o primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller e que se encontra na biblioteca do Congresso americano.


Entre outras preciosidades do novo site estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 12, que pertence a Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.


Até o momento, o documento mais antigo da Biblioteca Digital da Unesco é uma pintura de oito mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.

A foto da imperatriz Thereza Christina, do acervo da Biblioteca Nacional, está disponível no site

32 instituições

A Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.

O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Eg ito, Uganda, Israel e Japão.

O lançamento do site será acompanhado de uma campanha para conseguir aumentar o número de países com instituições parceiras para 60 até o final do ano.

"As instituições continuam proprietárias de seu conteúdo cultural. O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto també m a outras bibliotecas", explicou Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.

A ideia de uma biblioteca digital mundial gratuita foi apresentada à Unesco pelo diretor da biblioteca do Congresso americano, James Billington, ex-professor da Universidade de Harvard.

Ele dirige a instituição cultural do congresso americano desde 1987 e diz ter aproveitado o retorno dos Estados Unidos à Unesco, em 2003, após 20 anos de ausência, para promover a ideia da biblioteca digital.


"Eu lancei essa ideia e sugeri colocá-la em prática nas principais línguas da ONU, como o árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol", diz Billington.

Ele se baseou em sua experiência na digitalização de dezenas de milhões de documentos da Biblioteca do Congresso americano, criada em 1800.


O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.

ACESSE A BIBLIOTECA CLICANDO AQUI

1 de maio de 2009

Há 15 anos atrás...

Sobre saudades...


Conta a lenda que Tina Turner dedicou esta canção a Ayrton:



Tú faz muita falta campeão...

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