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28 de agosto de 2009

ACORDE COM O ACORDE DA CANÇÃO


Saindo do meu Yahoo mail me deparei com a coluna do Andreas Kisser na qual debate a questão da atual situação da política brasileiro, sobretudo no que diz respeito ao poder legislativo.

Não se trata claro de um texto acadêmico sobre o tema, mas de uma reflexão deste que sem dúvida é um dos músicos brasileiros mais respeitados nacional e internacionalmente.

O artigo é bom.

Kisser em seu texto assume um papel importante: contribuir para a formação de opinião e, especialmente, promover o debate fundamental sobre nossas instituições políticas, os homens ocupam cargos públicos e nossa postura diante deles.

Afinal, meus caros e caras, vivemos em um Estado de Direito e dentre as coisas que podemos e devemos fazer estão entre outras coisas o ato de fiscalizar, criticar e apoiar medidas e atitudes que visem o bem geral e reprovar veementemente os atos que claramente ferem esse principio.

Para a ocasião Kisser veiculou a música de sua altoria Virgulância que você pode conferir no player abaixo:




leia a caluna do guitarrista do sepultura clicando AQUI

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22 de agosto de 2009

FICO POR AQUI – É SÓ O TÍTULO



Quem acompanha minhas postagens nesse blog já deve ter percebido que ao final de cada postagem (com exceção as da Série Ctrl C + Ctrl V) encerro o texto com a frase FICO POR AQUI – “...”.
As reticências entre aspas da sentença acima normalmente são preenchidas com alguma frase referência. Muitas vezes ela acompanha os posts em outras são referências a cultura pop em geral como músicas, quadrinhos, entre outras coisas, além de piadas internas e de questões pessoais.

Estava tomando banho e decidi fazer uma postagem com a compilação de todos os “fico por aqui” publicados no fronteiras desde que comecei com isso.

Se souber algumas das referências e quiser comentar fique a vontade.

FICO POR AQUI – “ESCREVER PARA MIM É TERAPIA E O BOM É QUE SE PARO DE ESCREVER NÃO PRECISO PAGAR A CONSULTA”

No começo era sem graça e a maioria não tinha a frase, mas depois comecei a ensaiar até que a coisa engrenou. Veja a “evolução”.

2007

março
FICO POR AQUI – volto no final de semana

abril
CANSEI – VOLTAREI A FAZER ESSA EXPERIÊNCIA MAIS VEZES E POSTAREI
FICO POR AQUI – Postarei no final de semana, pois vou para Campinas-SP e não terei tempo de atualizar.

Julho
VOLTEI E, POR HOJE, FICO POR AQUI

Novembro
Eis que a F.A.R.R.A. virou festa

2008

abril
FICO POR AQUI – BUT “I’LL BE BACK”
FICO POR AQUI - "PARA O ALTO E AVANTE"
FICO POR AQUI – “VOCÊ É UM ATENTADO A PAZ DOS SENTIDOS”
FICO POR AQUI - "NÃO, ELVIS NÃO ESTÁ VIVO"
FICO POR AQUI – “ONOMATOPÉIA, ONOMATOPÉIA... TINHA UMA BIXINHA”
FICO POR AQUI – “DOEU TANTO COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ, POR ISSO LIKE A VIRGEN”

maio
FICO POR AQUI - "AO ENTRAR DEIXE TODAS AS SUAS ESPERANÇAS"
FICO POR AQUI - "SPACE... THE LAST FRONTIER"
FICO POR AQUI – APENAS FICO POR AQUI
FICO POR AQUI – “MY GOD... THE SKY IS FULL OF STARS”
FICO POR AQUI – “NÓS VAMOS ESTAR TRANSFERINDO...”
FICO POR AQUI – “SAILORS, FIGHTING IN THE DANCE HALL..."
FICO POR AQUI – “ELA SUBIU SEM PRESSA A TORTUOSA LADEIRA...”
FICO POR AQUI – “LEVANTE ESSE TRASEIRO GORDO DAÍ FUCKER”
FICO POR AQUI -"EU SOU UMA FORMA DE VIDA QUE NASCEU NO MAR DA INFORMAÇÃO"
FICO POR AQUI – "
FICO POR AQUI – “A MÍDIA É O MEIO”
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FICO POR AQUI – “ESCREVER PARA MIM É TERAPIA E O BOM É QUE SE PARO DE ESCREVER NÃO PRECISO PAGAR A CONSULTA”

18 de agosto de 2009

POR QUE A COISA ESTÁ DEVAGAR?

Pois bem.

Devo admitir que ultimamente o blog anda meio devagar em suas atualizações. Na verdade faz tempo que não escrevo um texto “original”, a Série Ctrl C + Ctrl V está dominando o pedaço. Essa série em questão nasceu para cobrir certos espaços e possibilitar que o blog fosse atualizado quase diariamente, mas nos últimos tempos ela está nessa primazia por que ando muito sem tempo.

Uma outra medida que foi tomada para manter a coisa mais dinâmica foi convidar pessoas para atuarem como colaboradores, no caso o Marcelo Beraba e o Ramon Delton. O Beraba há muito teve que deixar a atividade de blogueiro de lado para se dedicar a outras questões, mas o espaço continuara aberto para ele.

Quanto ao Ramon... bem... faz tempo que não tenho noticias dele e devo contatá-lo em breve por e-mail ou coisa similar, pois assim como o Marcelo, o meu amigo internacional está passando por mudanças importantes em sua vida pessoal e profissional.

E como eu já informei, o meu tempo também anda curto. Entretanto, não vou abandonar isso aqui. Vou me esforçar para dinamizar o espaço novamente. Se bem que só uma pessoa parece ter sentido falta das atividades por aqui, a Carol do blog Esmalte da Semana que entrou em contato pelo e-mail do blog (fronteirasnotempo@gmail.com)

Sei lá, que tal você que entra aqui de vez em quando comentar alguma coisa para estimular esse que vos fala.

Por fim, devo dizer que esse post é só para informar a quem gosta do Fronteiras o por que das atualizações estarem mais lentas.

Acho que é isso





FICO POR AQUI – “SIM. OS PEIXES SÃO MEUS”



fotos by César A. (feitas com webcam)
1. Kinguio Cometa (Goldfish ou Peixinho Dourado)
2. Kinguio Telescópio
3. Kinguio Cometa e Telescópio

14 de agosto de 2009

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E DA CULTURA BRASILEIRA

Livro (lançamento)

Série Crtl C + Ctrl V
RETIRADO DO BOLETIM DA EDITORA UNESP RECEBIDO POR E-MAIL

A transformação da educação em indústria cultural
O próprio título deste lançamento da Editora Unesp já informa que estamos diante de um trabalho heterodoxo, que vai além dos fatos e significados consolidados, porque aborda a história da educação como parte da história da cultura. Em Outras histórias da educação - Do iluminismo à Indústria Cultural (1823 - 2005), a autora, Sonia Marrach, "assumiu a tarefa de desvendar as relações complexas de uma história marcada pelas contradições que se revelam com particular intensidade no contexto da civilização industrial", como nota Franklin Leopoldo e Silva.

Sonia não toma a educação como um elemento isolado. Inspirando-se na teoria crítica da Escola de Frankfurt, trabalha historicamente a transformação do Iluminismo, matriz do pensamento educacional contemporâneo em educação. Este caminho é traçado para que possamos entender como da meta de educar para o esclarecimento - e do esclarecimento passando para a educação do cidadão - chega-se, nos tempos modernos, à massificação e à homogeneização. Um percurso que, no caso brasileiro, registra a maneira como "ideias de educação para a emancipação morreram no nascedouro, antes de atingirem as práticas pedagógicas ou acomodaram-se nos esquemas tradicionais".

A educação é abordada no livro como um problema humano profundo, em uma concepção antropológica que vai além da questão escolar ou da organização do ensino. Neste processo, Outras histórias da educação também se constitui em uma severa crítica ao contexto contemporâneo, em que se verifica a traição aos valores iluministas, o embate da escola com a mídia e se radicaliza o controle de corpos e almas, transformando o conhecimento em mercadoria e impedindo a crítica à realidade existente.

Sobre a autora - Sonia Marrach é professora de História da Educação na Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Marília. Publicou O lúdico, o riso e a educação em François Rabelais. Organizou os livros Conciliação, neoliberalismo e educação e Memórias de um autodidata no Brasil, de Maurício Tragtenberg.

Título: Outras histórias da educação - Do
iluminismo à Indústria Cultural (1823 - 2005)
Autora: Sonia Marrach
Páginas: 286
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 49
ISBN: 978-85-7139-909-9
Data de publicação: 2009

Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser
adquiridos pelo site www.editoraunesp.com.br ou telefone
(11) 3242-7171. Ramal 417

Editora UNESP

11 de agosto de 2009

EM BUSCA DE TERRA 2


Série Ctrl C + Ctrl V
retirado do jornal Folha Online (Folha de S. Paulo) a partir desse artigo



10/08/2009 - 09h32

"Gêmea" da Terra será vista em dois anos, diz cientista

RAFAEL GARCIA
enviado especial da Folha de S.Paulo ao Rio

O astrônomo Michel Mayor, da Universidade de Genebra (Suíça), diz que a ciência nunca esteve tão perto de achar um planeta "gêmeo" da Terra fora do Sistema Solar. "Temos grande chance de fazer isso nos próximos dois anos", afirma.

Mayor está hoje no Rio para falar sobre o que aprendeu desde que achou o primeiro exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) conhecido, orbitando a estrela 51 Pegasi, em 1995.

le foi pioneiro no uso da técnica para medir o movimento de estrelas analisando distorções na frequência de sua luz -o chamado efeito Doppler. Quando um planeta gira em torno de seu sol, ele o faz "rebolar" um pouquinho, e a velocidade desse rebolado pode ser detectada assim.

Em entrevista num dos intervalos da assembleia da IAU (União Astronômica Internacional), Mayor disse o que espera ver nos próximos anos.




FOLHA - O que o sr. veio apresentar no encontro aqui no Rio?

MICHEL MAYOR - Vim mostrar que aquilo que descobrimos nos últimos dois anos foi uma grande população de planetas de baixa massa. Isso significa massas poucas vezes maiores que a da Terra ou a massa de Netuno. Mais ou menos entre 5 e 20 vezes a massa da Terra. Essa população parece ser bastante frequente. Um terço das estrelas de tipo solar tem esse tipo de planeta perto delas.

As propriedades desse novo tipo de planeta são bem diferentes daquilo que vínhamos descobrindo há alguns anos, que são planetas gasosos gigantes. O recorde é um planeta com uma massa 1,9 vez a da Terra. Estamos perto de achar um de massa igual ao nosso.

FOLHA - Como o sr. faz para detectar a presença desses planetas? Existem várias maneiras, não?

MAYOR - A técnica que estou usando é a do efeito Doppler. Nós tentamos detectar mudanças nas velocidades de estrelas devido à influência gravitacional dos planetas. Mas, recentemente, nos últimos dois anos, grandes progressos foram feitos também por pessoas que estão procurando planetas em trânsito na frente de suas estrelas. É possível achá-los porque eles causam uma pequena queda na luminosidade.

Recentemente, houve uma descoberta interessante feita pelo satélite francês Corot, que achou planetas com poucas vezes a massa da Terra. Estou certo de que nos próximos dois anos temos uma chance bastante grande de detectar um planeta com massa tão pequena quanto a da Terra.

FOLHA - Isso vai acontecer com a técnica que o sr. usa ou com as técnicas usadas pelo Corot?

MAYOR - Com as duas. Nós estamos competindo, e as técnicas são complementares.

FOLHA - Alguns poucos estudos relataram ter conseguido ver planetas diretamente. Isso é uma técnica promissora também?

MAYOR - Sim, mas a luz direta é uma técnica bem diferente. Uma vez que o planeta esteja atrás da estrela, você tem uma pequena queda da luminosidade infravermelha. Isso é um tipo de detecção direta. Outra, direta, é a produção de imagem com óptica adaptativa avançada, uma técnica que corrige a turbulência da atmosfera. Aí você consegue ver pontos minúsculos perto da estrela.

FOLHA - Quantos planetas seu grupo detectou até agora desde 1995, quando achou o primeiro?

MAYOR - Grupos do mundo inteiro detectaram até agora cerca de 350 planetas. Eu e minha equipe podemos reivindicar a descoberta de 150 deles.

FOLHA - Agora que vocês conhecem tantos planetas, é possível dizer se o Sistema Solar é especial?

MAYOR - Temos de ser cautelosos com essa pergunta, porque a amostra de planetas que temos na verdade é ainda pequena. Mas, ao que parece, o Sistema Solar não é nem de longe um exemplo típico. Em todos os sistemas nos quais descobrimos planetas gigantes, eles têm órbitas muito excêntricas [ovaladas], enquanto no Sistema Solar elas são mais circulares.

Com relação aos planetas de baixa massa, descobrimos sistemas com diversos planetas com massa da escala de duas Terras, orbitando perto da estrela, o que não existe no Sistema Solar. Então, em muitos aspectos, o Sistema Solar é diferente daquilo que temos visto.

Mas ainda não podemos dar declarações definitivas. A visão que temos ainda é enviesada.

FOLHA - O que fez o número de planetas detectados aumentar tanto desde 1995? Foi o poder dos telescópios ou os astrônomos aprenderam a olhar para os lugares certos?

MAYOR - Os telescópios tiveram avanços importantes, mas não no poder de coletar luz, que está relacionado ao tamanho do telescópio, e sim na instrumentação. Por exemplo, a precisão típica que tínhamos 15 anos atrás, quando descobrimos o planeta 51 Pegasi b [medindo a velocidade de sua estrela-mãe] era de 51 metros por segundo. Hoje chegamos a uma precisão de 3 m/s.

FOLHA - A detecção de um planeta na zona "habitável", onde a água líquida está presente, será possível?

MAYOR - Sim, na verdade, três meses atrás, quando anunciamos a descoberta de um planeta novo em torno da estrela Gliese 581, nós corrigimos os parâmetros orbitais de um planeta a mais nesse sistema. É um planeta com sete vezes a massa da Terra, localizado na "zona habitável" na órbita da estrela.

FOLHA - Os instrumentos já têm capacidade de investigar a química desses planetas?

MAYOR - Já houve alguns avanços na análise da composição atmosférica. Mas estamos longe de ter capacidade de detectar a chamada "assinatura" química que a vida deixaria num exoplaneta igual à Terra.

FOLHA - Quinze anos atrás, quando o sr. achou o primeiro exoplaneta, já imaginava que hoje teríamos conseguido achar mais 350?

MAYOR - Absolutamente, não. Quando descobrimos aquele planeta, era apenas um. Não tínhamos como extrapolar dados para estimar quantos mais poderiam ser detectados. Um ano depois, quando apareceram alguns outros, começamos a pensar: "OK, temos chance de ver mais deles; não é um objeto tão raro". Ainda assim, ninguém imaginava que o campo de pesquisa cresceria tanto. Hoje, há alguns milhares de pessoas trabalhando nisso.

FOLHA - Quando o sr. descobriu 51 Pegasi b, estava procurando planetas deliberadamente ou houve um componente de sorte?

MAYOR - Nós construímos os instrumentos para conseguir captar com precisão as velocidades e, assim como outros astrônomos, tivemos de fazer pedidos de tempo de observação para o comitê que controlava os telescópios. Ainda hoje temos de fazer isso, e sempre está escrito nos requerimentos que a intenção é detectar planetas gigantes. Não foi sorte.

FOLHA - O que está acontecendo de importante sobre exoplanetas aqui no encontro do Rio?

MAYOR - Uma coisa importante é que três anos atrás nós não tínhamos nenhuma comissão sobre exoplanetas na IAU. Quinze anos atrás não existia nada mesmo e, há poucos anos, demo-nos conta de que o campo é muito importante. Hoje já existem inúmeras conferências internacionais sobre o assunto, talvez até demais.

5 de agosto de 2009

MAIS OPÇÕES PARA PRODUÇÃO DE ENERGIA LIMPA

Foto tirada por César A.

Série Ctrl C + Ctrl V

Retirado da página Planeta Inteligente

Tecnologia usa luz do Sol para transformar CO2 em combustível

Empresa Joule quer independência energética para o mundo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

Agosto 05, 2009 08:39 PM

Por Stella Dauer/ Geek

A produção em excesso do gás carbônico pode deixar de ser uma preocupação em poucos anos se o projeto da empresa Joule der certo. Eles inventaram um painel que promete transformar o CO2 e a luz do sol em combustível.

O SolarConverter pratica a denominada “heliocultura”, processo que envolve microorganismos fotossintéticos fixados em uma placa que, ao absorver o CO2 do ar e captar a luz solar, secreta uma substância idêntica ao etanol, noticiou o blog GreenBeat do site VentureBeat.

Se tudo correr nos conformes, a empresa espera começar a fabricar em escala industrial os painéis SolarConverter no início de 2010. Além disso, de acordo com o site The New York Times a empresa também pretende produzir, já em 2011, mais de 75 mil litros de combustível por acre anualmente.

Para estabelecer suas produtoras de combustível, a Joule está procurando por locais ensolarados e próximos a organizações que emitam grandes volumes de gás carbônico, como usinas termelétricas e estufas de cimento. Atualmente, locais ideais para isso seriam o Texas, Arizona, Nevada e Novo México, todos nos Estados Unidos.

A heliocultura pode representar um importante marco na história da humanidade, pois não só reduziria os níveis de gás carbônico da atmosfera como resolveria os problemas de uma possível futura crise de escassez do petróleo.

“Nossa crença é a de que esta seja a primeira tecnologia do mundo que ofereça uma solução real para alcançarmos a independência energética” afirmou Bill Sims, CEO e presidente da Joule, em nota publicada no blog Green Tech do site CNET .

Além disso sua produção é menos custosa, ocupa menos espaço e economiza água, uma vez que os microorganismos utilizados na fabricação do combustível são cultivados em água salgada ou descartada. Um barril desse líquido custaria US$50, menos do que um barril de gasolina, que está custando aproximadamente US$70.

“O verdadeiro objetivo que tínhamos quando construímos essa companhia era fazer um combustível renovável que pode ser escalonado em bilhões e bilhões de galões por um custo baixo” diz David Berry, co-fundador da Joule.

4 de agosto de 2009

VOLTEI

Demorei a retornar por que estava de férias. Mas de agora em diante o blog tende a retomar seu ritmo lento normal.

Espero que a interatividade aumente com os leitores, visitantes casuais e seguidores deste blog com comentários, dicas, reclamações ou qualquer outra forma de comunicação.


Para aqueles que acharam a volta demorada uma imagem que justifica:


FICO POR AQUI - "MAS CONTINUO POR AQUI"

Ramon, cade você meu filho???

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